sexta-feira, 20 de junho de 2008
O dia está frio e a cidade começa a acordar, o sol dá lugar ao calor dos candeeiros, a brisa quente que passa, anuncia a chegada do verão e as pessoas saem para espreitar o céu estrelado.
Coimbra é conhecida por uma multiplicidade de nomes: “cidade dos estudantes”, “capital do amor em Portugal”, entre outros. A universidade de Coimbra é um dos marcos da cidade que atrai inúmeros visitantes dos “quatro cantos do mundo”.
As ruelas da baixa de Coimbra, onde a idade das casas é incalculável, onde as pedras da calçada são eternas, são consideradas mágicas. Desde a rua da Sofia ao parque da cidade, pode-se assistir a este cenário.
Maria Manuel Correia Barreiros, estudante de arquitectura na Universidade de Coimbra, descreve a cidade como “um lugar cheio de romantismo, não só pela sua história, mas também pela magia que se instala na cidade quando anoitece”.
O romance de D. Pedro e de D. Inês de Castro passou-se em Coimbra. A ponte de “Pedro e Inês”, construída em memória dos mesmos e a Quinta das Lágrimas, onde, alegadamente, se encontravam, não deixam Coimbra “esquecer-se” e intensificam o romantismo da cidade.
“Cheia de algo que me enche as medidas, torna-me melancólica, nostálgica, feliz. Um lugar mágico passível de ser fotografado e imortalizado”. É desta forma que Inês Viseu, estudante de Farmácia na Universidade de Coimbra, descreve a cidade onde estuda.
É possível encontrar-se alguns “posts” no seu blogue pessoal, relativos a Coimbra, como: “Ainda longe de não te ver e já a saudade fala mais alto. Esse teu rio místico que assombra as noites de luar, essa tua forma matreira de ver o mundo, envolta em romantismo e crueldade. Um dia chorarei por ti, Coimbra.”
http://www.dark-floyd.blogspot.com
No entanto, a criminalidade tem aumentado em Coimbra. As ruas estão cada vez mais desertas à noite, as pessoas andam mais de carro e menos a pé. Evitam-se certos pontos da cidade. As ruas Visconde da Luz e Ferreira Borges já não fazem parte do roteiro nocturno dos conimbricenses.
segunda-feira, 2 de junho de 2008
Entrevista a José Maria Pimentel, fotógrafo profissional

Se compararmos a situação da fotografia hoje em relação à época em que a descobri, podemos dizer que tem uma dimensão e um reconhecimento muitíssimo maiores. Há muitíssimo mais fotógrafos, inúmeros concursos, sites na Internet dedicados ao assunto, apareceram cursos, workshops, etc. Há também gente com imenso talento que merece ser reconhecida em qualquer parte do mundo.
Se analisarmos numa vertente de sobrevivência a situação é mais difícil. Somos um país pequeno, o mercado é em consequência e tentar passar além fronteiras uma ambição legítima.
Vejo que certamente se poderia fazer muito mais. Com imaginação poderíamos certamente chegar com a fotografia a muito mais sítios, dinamizar situações, criar dinâmicas entre pessoas, actuar socialmente, gerar trabalho.
O nosso individualismo crónico, reflectido em muitas outras actividades, é certamente um factor limitador de algumas dessas dinâmicas. Nisso a vizinha Espanha é um exemplo de algumas iniciativas a seguir associando fotógrafos em projectos conjuntos.
Fotografias de José Maria Pimentel em: http://www.pbase.com/sakafoto/root
Alexandre Oliveira
segunda-feira, 12 de maio de 2008
Coimbra Capital Nacional da Cultura 2003
Em 2003, Coimbra foi nomeada Capital Nacional da Cultura. Muitos foram os eventos que, nas mais diversas áreas, aconteceram na cidade dos estudantes, como também é conhecida.
Música, Teatro, Cinema, Dança, entre outros projectos artísticos constavam no roteiro cultural da cidade. Vários concertos foram agendados para dar a conhecer o património de Coimbra, os vários monumentos da cidade e suas zonas circundantes.
A divulgação foi feita através de panfletos informativos, através de roteiros culturais e de cartazes espalhados por toda a cidade.
Um dos vários objectivos a alcançar com a nomeação da cidade para capital nacional da Cultura, seria a construção de infra-estruturas para o desenvolvimento das artes
Muitos projectos, em várias áreas, continuam. Cinco anos passaram sobre este evento e são igualmente muitos os artistas que se queixam da falta de apoio da edilidade coimbrã.
Bibliografia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Coimbra_Capital_Nacional_da_Cultura_2003
quinta-feira, 1 de maio de 2008
Jornalismo versus Jornalismo cidadão
Com o advento da internet e das novas tecnologias, a comunicação sofreu grandes alterações. A transmissão de notícias, a sua publicação mudou radicalmente. A internet, acessível a quase todas as classes, os telemóveis – com máquina fotográfica – fez com que a participação do público nos meios de comunicação social fosse possível.
É neste contexto que surge o jornalismo cidadão. Ora, jornalismo cidadão é a ideia de jornalismo onde o conteúdo é produzido por cidadãos sem formação jornalística em colaboração com jornalistas profissionais. Participação esta sobretudo através das novas tecnologias (internet, telemóveis, etc). Assim, pode-se fugir da estrutura do jornalismo tradicional (pirâmide invertida, lead, etc.).
Esta ideia de jornalismo cidadão, só é possível graças às ferramentas de tecnologia moderna de que hoje dispomos. Tornou-se um trabalho semelhante ao do jornalista profissional, isto é, qualquer pessoa pode recolher, investigar e publicar informação.
Deste modo, será o jornalismo cidadão o apocalipse do jornalismo profissional? Será que os dois podem coexistir?
São vários os jornalistas, e não só, que se deparam com incógnitas deste género. No entanto, são igualmente vários os que não acreditam.
Ora, o jornalismo cidadão, por um lado, tem as suas vantagens: o cidadão jornalista está no momento exacto, onde a noticia acontece, recolhendo depoimentos, obtendo fotografias que, de outra maneira, não existiriam. “Cada pessoa torna-se um potencial criador de fotografias com valor noticioso, basta olhar no sítio certo, na altura certa”, afirma Sérgio Azenha, fotojornalista do jornal “Público”. Por outro lado, não obedecem a um código de conduta, como o código deontológico dos jornalistas, podem manipular a informação. São incapazes, normalmente, de contar uma história. Relativamente ao fotojornalismo, normalmente os cidadãos jornalistas não têm bagagem técnica e estética para obter fotografias, simultaneamente apelativas e informativas.
Sérgio Azenha, fotojornalista do jornal “Público” defende a sua posição afirmando que “os cidadãos jornalistas e os jornalistas profissionais podem coexistir. A imprensa confia aos jornalistas a tarefa de contar as “estórias”.
Em suma, o jornalismo cidadão assusta vários profissionais da informação, no entanto, a actividade jornalística não está ameaçada.
Trabalho realizado por: Alexandre Oliveira, 2º ano comunicação social.
Bibliografia
Leituras online:
http://inesfigueiras-online.blogspot.com/2006/10/jornalismo-vs-jornalismo-do-cidadao.html
Livros: José Lopes da Silva, António Os diários Generalistas Portugueses e papel e online, Livros Horizonte
Matéria de apoio: Bloco de notas com apontamentos de uma palestra sobre “Cidadão jornalista e o futuro do fotojornalismo”, moderada por Sérgio Azenha, Adriano Miranda e João Figueira.
terça-feira, 8 de abril de 2008
Jornal Público;
Diário de Notícias;
Jornal de Notícias;
CNN;
BBC;
Tecnologia:
European Organization for Nuclear Research;
CNN;
Science Daily;
Ciência hoje;
Economia:
Jornal de Negócios;
Diário Económico;
RTP;
Jornal Público;
Desporto:
Jornal O Jogo;
Jornal A Bola;
Jornal O Record;
Jornal de notícias;
Cultura:
Centro Cultural de Belém;
Museu de Serralves;
Agenda de Coimbra;
Jornal Público;